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Quem somos

A iAchou é o lugar do artesanato brasileiro na internet — e o sistema que organiza o negócio de quem faz à mão.

A gente existe para que viver de fazer à mão seja uma profissão viável — não um bico que sobrevive à custa de planilha, caderno e madrugada.

O que é a iAchou

Somos duas coisas no mesmo lugar, e é isso que nos torna diferentes de um marketplace comum.

Do lado de fora, uma vitrine: um marketplace onde quem procura peça feita à mão encontra quem faz, com loja própria, pagamento por Pix ou cartão parcelado e frete calculado na hora pelo CEP de quem compra.

Do lado de dentro, um sistema de gestão: ordens de produção, controle de material, custo real de cada peça, financeiro e ficha de clientes. As mesmas ferramentas que uma indústria usa há décadas, traduzidas para quem produz em casa, no ateliê ou na sala de jantar — e que funcionam também para o que você vende fora daqui, no Instagram, no WhatsApp ou na feira.

Você escolhe até onde quer ir. Dá para começar só vendendo, sem mensalidade, e ligar a gestão quando o volume pedir.

Como tudo começou

A iAchou nasceu de uma conta que não fechava. Quem faz à mão passa a maior parte do tempo criando — e a menor parte, que é justamente a que decide se o negócio vive ou morre, brigando com uma pilha de ferramentas que nunca conversam entre si: o pedido chega num aplicativo, o preço sai de uma planilha, o material está anotado num caderno, o dinheiro some numa conta que mistura tudo.

No fim do mês, a pergunta mais simples do mundo continuava sem resposta: quanto custa de verdade fazer esta peça, e eu estou ganhando ou perdendo dinheiro com ela?

Existia marketplace bonito, existia sistema de gestão caro e existia planilha. O que não existia era uma coisa só, feita para essa pessoa. Foi essa ausência que virou a iAchou: juntamos a vitrine e o sistema no mesmo lugar, para que uma venda vire pedido, vire baixa de material, vire lançamento no financeiro e vire histórico do cliente — sem ninguém digitar a mesma informação quatro vezes.

Nossa missão e nossa visão

Missão

Dar a quem faz à mão a vitrine e as ferramentas para viver do próprio trabalho — com preço justo, prazo real e a conta fechando no fim do mês.

Visão

Ser o endereço do artesanato brasileiro na internet: o primeiro lugar em que se procura uma peça feita à mão, e o primeiro em que se pensa ao decidir viver disso.

É por isso que a plataforma não para na venda. Vender mais sem saber o próprio custo só antecipa o cansaço — e a maior parte de quem desiste do artesanato não desiste por falta de talento, desiste por falta de conta.

No que a gente acredita

  • Feito à mão tem dono, e o dono aparece

    Cada peça aqui leva o nome de quem fez. A loja tem endereço próprio, rosto e história — quem compra sabe de quem está comprando, e pode perguntar antes de decidir.

  • Prazo de verdade vale mais que prazo bonito

    Peça feita sob encomenda leva o tempo que leva. Por isso o prazo de produção aparece na página do produto, antes da compra. Prometer três dias para entregar em vinte não vende mais — só transforma cliente em reclamação.

  • Regra escrita, igual para todo mundo

    Prazos, cancelamento, reclamação e comissão estão publicados e valem do mesmo jeito para a loja com mil vendas e para a que abriu ontem. Nada de critério de bastidor.

  • Quem avalia é quem comprou

    Só quem recebeu a peça pode avaliá-la. Elogio comprado e ataque anônimo não constroem reputação para ninguém — e destroem a de quem está começando.

  • Ninguém fica sozinho no problema

    Quando comprador e loja não se entendem, a iAchou entra na conversa e media, com prazo definido para cada lado. Existe um caminho, e ele está escrito.

  • Sem letra miudinha

    A gente cobra comissão sobre a venda e mensalidade de quem usa a gestão — e diz isso na primeira linha, não na cláusula 14. Se um dia mudar, você fica sabendo antes, não depois.

Com quem a gente se importa

Quem cria Artesãs, artesãos e pequenos produtores que fazem com as próprias mãos
Quem compra Gente que prefere a peça com história à peça igual a todas
Quem está começando Loja nova não fica invisível por ser nova

Toda loja passa por verificação de identidade antes de aparecer para o público — não por burocracia, mas porque a confiança de quem compra é o patrimônio de quem vende. E ela vale para todas: a que chegou hoje e a que já tem histórico.

Onde a gente ainda vai chegar

A iAchou é feita em conversa com quem usa. Boa parte do que existe hoje — aviso de material acabando, cálculo de custo por receita, ordem de produção que nasce sozinha do pedido pago — entrou porque alguém que vende disse que precisava. Se falta algo que faria diferença no seu dia, escreva para a gente: a lista do que vem por aí é construída assim.

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